O Acces2Europe  é um projeto aprovado pelo programa Horizon 2020 da União Europeia que visa aumentar a internacionalização e ajudar a escalar as start-ups de alto potencial.

O projeto, que tem como  tarefa ajudar o corrigir os erros das empresas emergentes e a promover a sua expansão internacional, foi apresentado recentemente em Barcelona, no decorrer da Mobile World Capital, e resultou da iniciativa de quatro entidades, em representação de quatro países europeus, concretamente de quatro hubs de start-ups –  Berlin, Paris, Barcelona e Tallin – que criaram o consórcio CUBE. A Península Ibérica está representada por Espanha.

Inteiramente gratuito, o programa selecionará entre 20 a 80 projetos. As start-ups têm, no entanto, de cumprir três requisitos: ter um protótipo ou produto em fase MVP (minimum viable product); ter um enfoque global ou então um nicho de mercado de alto valor, com sócios ou cliente existentes; e, ainda, apresentar um modelo de receitas escalável, com a start-up a estar preparada para o próximo passo o que lhe daria uma injeção de capital como série A.

Alberto Ordieres, o CEO para a Península, explicou que o “Acces2Europe é um projeto com a duração de um ano, que tem como missão multiplicar as possibilidades das start-ups europeias escalarem. Para isso é necessário cortar o labirinto de informação disponível online e reunir os intervenientes adequados”.

Assim, o Acces2Europe reúne a informação necessária e procura otimizar a entrada de start-ups em qualquer país europeu, promovendo o modelo de janela única continental. Ou seja, trata-se de apoiar as empresas, criando as relações certas em cada um dos países, o que facilitará a sua expansão em diferentes mercados e o acesso a clientes.

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