Se está a planear tirar uns dias na sua agitada agenda profissional e, quem sabe, visitar Nova Iorque tome nota de algumas estratégias para escolher um local para fazer as suas refeições e apreciar a gastronomia nova-iorquina.

A pergunta é recorrente para que visita uma nova cidade: quais os melhores spots para almoçar ou jantar? Agora imagine que tem esse dilema numa cidade como Nova Iorque, que tem uma das maiores listas de restaurantes do mundo e com tendência para aumentar: em 2017, a cidade tinha cerca de 26.697 restaurantes, contra os 26.110 existentes em 2016. Aliás, desde 2010 abriram 1500 novos restaurantes.

Numa cidade tão grande e com um ritmo tão alucinante como Nova Iorque, convém ter na manga algumas estratégias para fazer as melhores escolhas e aproveitar ao máximo as experiências gastronómicas na Big Apple.

  1. Pequeno almoço para começar o dia

Ao contrário de muitas outras cidades norte-americanas, como Atlanta ou São Francisco, em que a prática de tomar pequeno almoço é levada a sério, em Nova Iorque nem sempre foi assim. A “tradição” limitava-se um bagel com uma mistura de ovos e queijo. Agora, a cidade começou a levar a sério esta área da restauração e oferece-lhe muitas e boas opções para a primeira refeição do dia. Pode encontrar desde cruller de canela (um pequeno bolo de massa adociada), a bagels com gouda e salsicha Daily Provisions, no Gramercy ou no Atla, de NoHo. Se quiser abrir os cordões à bolsa e experimentar o verdadeiro bagel de Nova Iorque pode encontrá-lo no Russ & Daughters Café, no Lower East Side.

Para quem gosta de um pequeno almoço mais luxoso no centro da cidade, tente o Lobster Club que apresenta pratos de outros restaurantes do Major Food Group, incluindo pãezinhos do Sadelle e uma torrada com ovos e caviar no balcão.

  1. Não aceite um “não” como resposta

Se quer fazer uma refeição, ou simplesmente beber um copo, num restaurante ou bar que só aceita reservas e já não encontra nenhuma, então siga a sugestão de Jim Meehan, cofundador do bar de coquetéis cult PDT: Peça para que o coloquem na lista de cancelamentos e frise bem que aguarda um contato.  A maioria dos restaurantes perde 10% das reservas por cancelamentos de última hora ou porque pura e simplesmente as pessoas não aparecem. Pode ser a sua sorte!

  1. Olhos postos nos Chefs

A famosa escritora de culinária Ruth Reichl sugere que preste atenção aos segundos restaurantes dos grandes chefs, que são mais baratos e com mais hipóteses de terem lugares vagos. Um desses exemplos é o café mexicano Atla, de Enrique Olvera, aberto todo o dia, em vez do sofisticado Cosme. Da mesma forma, o Bar Room at the Modern tem uma ementa com preços mais modestos do que o espaço de jantar principal, o Modern. Outras opções são o Nomad, no lugar do Eleven Madison Park, e o JoJo, no lugar do Jean-Georges.

  1. Sentado no bar

A tradição de fazer uma refeição no bar de consagrados restaurantes como o Gramercy Tavern, Le Bernardin e Union Square Café também atrai escritora de culinária Ruth Reichl. Assegura que esta é uma experiência interessante, porque mesmo no bar pode aproveitar o menu completo do restaurante e é um bom lugar para conseguir dicas dos empregados de quais os melhores pratos para experimentar

 

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