Sabia que investir numa caraterística de um produto pode dar origem a uma ideia inovadora? E que chegar a uma audiência que não consome um produto pode levar uma empresa ao sucesso? Confira outras dicas que o ajudarão no caminho para a inovação.

Como encontram os empreendedores mais ativos as suas ideias de negócio? Com pequenas mudanças na sua  atividade e nos produtos tradicionais, procurando soluções para os problemas diários, adaptando ideias de fora … conheça as 34 formas de inventar e detetar oportunidades reais, segundo o site espanhol Empreendedores.

1. Investir num produto ou serviço

Investir numa qualidade essencial de um produto geralmente resulta em ideias de negócios radicalmente inovadoras. Assim, se a qualidade principal da cerveja, que é uma bebida alcoólica, é negada, obtém-se uma cerveja sem álcool. O mesmo procedimento pode ser aplicado a uma ideia de negócio.

2. Comercializar produtos criados por outros

Não é muito comum que uma empresa que desenvolveu produtos inovadores os ofereça a outros para comercializá-los, mas há sempre exceções à regra… Por exemplo, a empresa Body Esthetic oferece a possibilidade de comercializar os seus desenvolvimentos de I&D sob marca branca  a outras empresas. A Body Esthetic é especializada no desenvolvimento de produtos cosméticos, dietéticos, veterinários, fitossanitários, plantas medicinais e produtos farmacêuticos OTC. Outra opção é comercializar produtos do exterior, como os que podem ser encontrados nos sites www.planetapluton.com ou https://www.curiosite.es/. São artigos de todo o tipo importados dos Estados Unidos, do Reino Unido e do Japão, como um nariz eletrónico para saber se uma determinada carne está em bom estado, um aquário que fica pendurado na parede e que parece uma pintura… A sua filosofia é procurar produtos divertidos para vender ao consumidor final ou a lojas.

3. Proporcionar experiências diferentes

Procure atividades ou experiências através das quais os produtos estejam muito bem posicionados, mas que, aparentemente, não têm lugar no mercado. Um exemplo: até que a empresa Vaughan System criasse a sua própria estação de rádio e apresentasse os seus cursos de idiomas para aproveitar o tempo de inatividade no trânsito, não era comum aprender uma língua através do rádio. Também era impensável participar num curso intensivo de inglês numa cidade espanhola, em vez de enviar estudantes para o exterior.

4. Inspirar-se nos modelos tradicionais

A empresa Certest Biotec criou uma ampla variedade de testes de autodiagnóstico inspirados na gravidez. Assim, com os kits que esta empresa começou a comercializar, qualquer grávida poderia fazer seu próprio teste e saber se tem alguma doença digestiva ou respiratória sem ter que ir ao médico. Uma ideia muito semelhante foi a que foi desenvolvida pela empresa MyGen para realizar testes de parentesco e DNA, controlos veterinários e sanitários sem a necessidade de passar por um laboratório.

5.  Oferecer valor acrescentado

A cadeia de frutas da Galiza Frutas Nieves conseguiu destacar-se da concorrência com produtos de valor acrescentado, como sumos de fruta frescos, saladas e sandes feitos com ingredientes de alta qualidade. Com essa oferta, a empresa disponibilizava os seus próprios produtos em bares e restaurantes, mas a um preço competitivo, tornando-os atrativos para os clientes.

6. Substituir os atributos

A inovação em produtos começa por dissecar qualquer artigo em todas as suas partes e depois encontrar novas combinações possíveis: substituir materiais, eliminar atributos, combiná-los de outra maneira, misturá-los com outros produtos existentes … Para tal, escolha um ou vários elementos do produto e pense se estes poderiam ser alterados ou substituídos por outros atributos diferentes. Outra opção é criar um novo produto, inspirando-se em elementos de outros. Por exemplo, para inovar na embalagem dos alimentos foi necessário eliminar o material com o qual estes eram fabricados (vidro e plástico) para alcançar o tetrabrik.

7. Inovar no canal

A adaptação de negócios antigos a novos canais de distribuição, como a Internet ou o telemóvel, gerou uma fonte inesgotável de novos modelos de negócios. Assim, empresas como a francesa Trigger Networks inauguraram um novo canal de distribuição de publicidade, a partir de uma plataforma desenhada por si, que permitia a inserção de anúncios em diferentes países e suportes através da Internet. A Trigger atua como intermediário entre clientes e agências de publicidade e, com esse sistema, inventou um modelo de negócio muito semelhante ao da Internet.

Mas nem todas as inovações no canal têm que vir da tecnologia. Existem muitas outras transformações que podem ser alcançadas usando canais de distribuição tradicionais para comercializar produtos que não foram vendidos: por exemplo, através de máquinas de venda automática, produtos como guarda-chuvas, livros ou revistas. Mesmo no clássico porta a porta, quase em desuso, podemos ser criativos: a empresa alemã Eismann vendia porta-a-porta produtos congelados através de uma rede comercial traçada a partir dos antigos fornecedores de enciclopédias. Mais tarde vimos como dois tipos de produtos muito diferentes (os artigos eróticos de empresas como The Red Suitcase e o robot de cozinha Thermomix) triunfaram no mercado, usando um sistema de vendas que ficou famoso pela empresa Tuperware: as reuniões de mulheres nas suas casas.

8. Mover o local de compra

Trata-se de mudar o local de compra ou consumo do produto para um local onde não esteja presente naquele momento. A Cola-Cao seguiu esta estratégia ao lançar envelopes da Cola-Cao  (até então o seu consumo era restrito ao lar). Também os fabricantes de GPS adaptavam-se aos carros, um produto que era usado  exclusivamente para navegação. Essa ideia também pode ser aplicada aos serviços: restaurantes transferiram a experiência de levar uma refeição de assinatura a casa do cliente.

9. Hiperespecialização

Um exemplo é o mercado da moda dominado pelo Zara, Mango e outras marcas de renome. A empresa Ropa Capaz encontrou a sua saída na especialização em vestuário pensado para pessoas com deficiência. Outro modelo inovador: a empresa holandesa Gumbusters dedica-se à limpeza de pastilhas elásticas nos meios públicos e privados.

10. Procurar novos usos

Nesse caso, sugere-se adicionar um ou mais elementos ao produto sem alterar os seus atributos. Por exemplo, se aplicarmos a um livro a capacidade de sermos ouvidos, teremos um livro de áudio e, se adicionarmos uma torneira a uma garrafa de água, obteremos os recipientes de 50 litros que se tornaram populares em muitos escritórios. Outra opção é procurar novos usos para um componente básico de um produto, como fizeram os fundadores da Veracetics que criaram uma linha completa de produtos à base de aloe vera. Em vez de apenas criar produtos cosméticos, como outras empresas fizeram, desenvolveram produtos alimentares (bebidas isotónicas).

11. Melhorar a usabilidade

O conceito de usabilidade é usado para definir a facilidade com que o utilizador pode aceder a informações navegando num site, mas também pode ser aplicado a qualquer produto que reduz o tempo gasto na procura de informações. Nesta área temos como exemplo a empresa Foodio 54, um grande diretório de restaurantes que se adapta aos gostos do utilizador. Ao navegar por locais, a empresa aprende que tipo de lugares o cliente mais gosta e quando procura um novo lugar, aconselha de acordo com os hábitos e preferências registados.

12. Procurar uma oportunidade na ciência

Nos centros públicos de pesquisa, como as universidades, há muitos projetos que podem ter uma saída comercial e que esperam que alguém invista o seu dinheiro para colocá-los em órbita. Tendem a ser soluções inovadoras que tentam responder a novas necessidades sociais. Um exemplo são as baterias ecológicas baseadas em microorganismos e capazes de gerar eletricidade ou combustível diesel desenvolvidas por investigadores do CSIC –  Conselho Superior de Investigações Científicas, uma agência do Estado espanhol dedicada ao fomento da investigação científica e tecnológica.

As inovações na formação de escolas de negócios também podem servir como um guia para detetar mercados emergentes. Um exemplo: o IDEC (Instituto de Educação Continuada), da Universidade espanhola Pompeu e Fabra, criou o primeiro mestrado para formar profissionais em Aconselhamento Genético, especialidade que já existia no Reino Unido, Holanda e Estados Unidos. A entrada em Espanha desta especialidade abriu as portas para novos empreendedores.

13. Ir contra a corrente

Se se movimenta num mercado onde todos se concentram em adicionar novos recursos a um produto, ofereça ao cliente um produto mais simples. Ou se o seu negócio se posiciona num mercado no qual os produtos não oferecem todos os benefícios exigidos pelos consumidores, tente adicionar mais valor para cobrir as suas necessidades.

14. Alterar a ordem de uso

A ideia de usar uma loção de barba antes de fazer a barba levou a Williams a criar o Lectric Shave, uma loção que, quando aplicada à barba seca, facilita a passagem da lâmina. Esta linha pode incluir qualquer produto que seja consumido combinado com outro e que possa ser servido já misturado, como bebidas alcoólicas com refrigerantes ou iogurtes com cereais.

Pode um iogurte tornar-se num produto de beleza? Sem dúvida. A Essensis, da Danone, queria substituir a necessidade de oferecer uma sobremesa saudável pelo cuidado do físico do consumidor. Esse é o ponto de partida de uma das fórmulas utilizadas pelos especialistas em marketing lateral para desenvolver novas oportunidades de negócios: procurar uma utilidade diferente para um produto que já existe no mercado. Os iogurtes da Danacol encontraram essa utilidade a partir de uma tendência muito marcante na sociedade atual: a preocupação com a saúde. Mas no mercado existem outros exemplos clássicos. O soutien Wonderbra substituiu o uso tradicional dessa peça feminina pela necessidade de melhorar a apresentação dos seios de muitas mulheres. E todos os produtos com o rótulo de alimentos funcionais estão a substituir a necessidade básica de comer, por exemplo, pela redução do colesterol.

16. Escolher um novo público-alvo

A ideia de tentar chegar a uma audiência que normalmente não consome um produto levou muitas empresas a terem sucesso. São disso exemplo as consolas de vídeo do Wii, que foram criadas para atrair aqueles que não costumavam brincar com este tipo de dispositivos: mulheres e adultos. Uma maneira de expandir o público de qualquer produto é pensar nos obstáculos que têm nos consumidores e encontrar uma forma de os resolver.

Outro exemplo: Por que é que os filmes de animação eram até recentemente um produto exclusivo para crianças? Certamente, porque os argumentos eram infantis. Os filmes da Pixar quebraram essa barreira e descobriram potencialidade no público adulto. Outra forma de quebrar barreiras é adaptar um produto de consumo masculino ou feminino ao gosto do sexo oposto, como fizeram os fabricantes Gillette ao lançar a Gillette Venus, rosa e com um design que se ajusta às pernas das mulheres.

17. Alterar o modelo de consumo

Adaptar qualquer negócio tradicional a um novo momento de compra pode gerar oportunidades sem precedentes, mesmo sem ter que mudar o modelo de negócio. Basta lembrar como os supermercados Opencor se posicionaram no mercado espanhol: foi suficiente alargar o horário de atendimento dos seus concorrentes para encontrar o seu próprio espaço. A mesma ideia de mudar o momento do consumo pode ser aplicada aos produtos. Quando os diretores da empresa Heros lançaram uma barra de cereais no mercado, não pensavam em criar um produto para consumo ao pequeno-almoço; eles criaram uma nova categoria, permitindo que os cereais fossem consumidos em qualquer lugar.

18. Adiantar-se ao que está para vir

Para estar ciente das novas tendências que podem gerar oportunidades, consulte sites especializados como o Springwise. Uma atividade sem precedentes até há poucos anos em Espanha era a custódia de provas eletrónicas lançada pelo escritório de advocacia Garrigues em colaboração com a T-Systems (do grupo Deutsche Telekom). Para desenvolver este modelo de negócio, criaram o Logalty, um serviço focado em empresas de setores como o bancário, de segurança e de logística. A atividade era manter documentos eletrónicos o maior tempo possível para resolver conflitos entre empresas e indivíduos.

19. Adaptar ideias a outros setores

Além das técnicas de criatividade utilizadas pelos especialistas para encontrar oportunidades, existem fórmulas baseadas em dados objetivos que ajudam a desenvolver novas ideias. As tendências do mercado são uma das principais fontes de inspiração para a maioria dos “caçadores” de oportunidades. É evidente que muitos conceitos de negócio só têm um lugar no setor em que nasceram, mas muitos outros podem ser adaptados a diferentes mercados com alguma audácia e um bom conhecimento do negócio.

Um exemplo são os leilões de vinhos que triunfaram na Inglaterra e nos Estados Unidos, nos quais era possível pagar até 160 mil dólares (135 mil dólares) por uma garrafa de Chateau Lafile 1787, da adega Thomas Jefferson. Outro exemplo são os pontos de venda de móveis desenvolvidos pelos executivos que lançaram a loja de roupa Las Rozas Village, em Madrid. As lojas de móveis disponibilizam peças únicas de marcas exclusivas.

20. Detetar as fragilidades do mercado

Como exemplo, pode-se mencionar a empresa Iping que oferecia aos utilizadores a oportunidade de medir a qualidade das suas conexões Internet / ADSL. Outro exemplo foi representado pelo motor de busca americano ASK, que encontrou o seu público entre aqueles que temiam que o Google guardasse as suas informações pessoais.

21. Forma híbrida

Ao conjugar dois conceitos existentes, pode obter uma ampla variedade de ideias inovadoras. Pode criar  um conceito híbrido ao combinar qualidades de dois produtos, como o Sudokube, o cubo de Rubik que é um sudoku; ou a bicicleta Ebicy fabricada pela empresa catalã Rieju: um híbrido entre bicicleta e moto. Também pode misturar atributos de dois serviços ou vários modelos de negócios. Combinar uma cafetaria com um local para navegar na Internet deu origem ao conceito do cibercafé. E a combinação de um comércio como a Ikea e floristas tradicionais é a base do novo conceito de lazer verde da Verdecora, uma grande área comercial dedicada a plantas e flores, animais de estimação, jardinagem e produtos de decoração.

22. Variar na forma de comunicar um produto

Se usar as estratégias de preços, distribuição e comunicação de outros mercados e aplicar aos seus produtos e serviços, poderão surgir ideias inovadoras. Possivelmente, a inovação mais simples para vender algo novo é vender a mesma coisa mudando a mensagem. E isso, embora pareça impossível, pode transformar um negócio inativo num modelo de sucesso. Um bom exemplo chega-nos de empresas que venderam produtos de aventura durante toda a vida e que se reposicionaram no mercado como empresas que vendem experiências. Consciente de que mais e mais pessoas procuram viver emoções fortes, estas empresas criaram pacotes de experiências adaptadas a todos os gostos e bolsos.

23. Adaptar ideias de fora

Pode encontrar boas ideias em outras cidades fora do seu território ou em países ao seu redor.

24. Redefinir o seu espaço

Acabe com os limites da segmentação tradicional (centrada na idade, sexo ou poder de compra) e procure produtos orientados para as pessoas com base no seu modo de pensar ou no seu comportamento. Esta filosofia baseia-se no que alguns chamam de territórios mentais.

25. Usar a tecnologia nos serviços tradicionais

Da mesma forma que a tecnologia aplicada às reservas de hotéis deu origem a negócios de sucesso, outras inovações podem ser aplicadas, como, por exemplo, usando a realidade virtual em consultas de psicologia.

26. Exagerar uma parte do todo

Essa técnica consiste em expandir ou reduzir o tamanho de um produto, a sua embalagem, os atributos da marca ou a frequência de uso ou compra. Assim, o exagero de uma bicicleta pode levar à ideia de um conjunto. E ao contrário. O Smart é o resultado de um exagero ao pensar no menor carro possível para o mercado. O hiperbólico também pode ser aplicado à frequência de uso de um produto ou serviço: o sobredimensionamento do uso de um serviço pode dar origem à taxa fixa dos teleoperadores ou ao conceito de abrir 24 horas de algumas lojas.

27. Transformar a estratégia de preços

Também inovar na forma de pagamento de qualquer produto ou serviço pode criar novos formatos comerciais. Naturalmente, qualquer pequena mudança nesse sentido requer o desenvolvimento de uma nova estratégia de negócios. Foi isso que Eudald Domènech tentou fazer para abrir um espaço no mercado com a sua emissora de TV à la carte InOut TV: “Em Espanha, as pessoas não estavam dispostas a pagar por uma assinatura de software, um modelo que triunfou sem problemas nos Estados Unidos. Tivemos que mudar o modelo de negócio e substituir as assinaturas por vendas “, explicou.

No entanto, para inovar nos preços, o mais comum é adaptar formas de pagamento a novos setores. Assim, se as lojas de desconto como o Dia e Lidl baseavam-se na ideia de oferecer os produtos alimentares mais baratos do mercado em troca de serviços mínimos ao consumidor, esse mesmo modelo começou a ser aplicado a formatos como companhias aéreas e hotéis de baixo custo.

28. Criar cumplicidade com o cliente

A ideia é conseguir a cumplicidade do cliente, em troca de algo, ou mesmo nada. Tudo depende do nível de envolvimento que uma marca pode alcançar com os seus seguidores. Os clientes podem colaborar no desenvolvimento de estratégias de comunicação, fornecer ideias de melhoria para os negócios … até mesmo criar os próprios produtos da empresa.

29. Quebrar a regra

Para inovar, precisamos de quebrar os padrões tradicionais de pensamento. Evite seguir as sequências lógicas de coisas que procuram respostas para perguntas provocativas. Se seguir o pensamento linear e pensar numa mota, irá sempre associar a duas rodas e a um veículo sem teto. Mas a  BMW fabricou uma moto com “teto”.

30. Detetar lacunas de inovação

As grandes empresas podem deixar em aberto pequenos espaços de inovação quando não são lucrativos. Pode aproveitar essas oportunidades de nicho, que geralmente garantem um mercado com pouca concorrência, a empresas hiperespecializadas que se tornam fornecedoras de multinacionais.

31. Estar atento à legislação

A lei obriga muitas vezes a transformar coisas que antes pareciam imóveis ou que até agora tinha permanecido como sugestões simples ou incentivos para aqueles que seguiam as regras. Alguns exemplos de ideias que procuram oportunidades em mercados emergentes são as oportunidades verdes. Quando a lei forçou as empresas fabricantes de pneus a retirarem os produtos que já estavam fora de uso, a empresa espanhola Reromas aproveitou a oportunidade. Não espere até que a lei seja publicada para desenvolver uma oportunidade de negócio. As diretrizes comunitárias que já foram desenvolvidas em outros países também podem ser uma fonte inesgotável de inspiração.

32. Encontrar soluções para necessidades não satisfeitas

Se houver necessidades do consumidor que não são asseguradas por nenhuma oferta de mercado, a oportunidade pode estar em qualquer lugar. A empresa Domoblue encontrou uma solução para a gestão do aluguer de bicicletas através de SMS, aproveitando a tendência de utilizar transportes menos poluentes nas grandes cidades.

33. Pensar numa maneira diferente de fabricar

Para ilustrar esta opção basta estar atento às múltiplas aplicações que estão a ser desenvolvidas em torno da produção com base na impressão 3D.

34. Associar o produto a uma data comemorativa

Não se esqueça de que muitas empresas foram criadas vinculando um produto ou serviço a um evento ou data específicos. Pode ser um evento mundial ou qualquer data nacional em que algo importante é geralmente celebrado.

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